Dia da Saúde e do Jornalista, nada mais contraditório

Hoje é o Dia Mundial da Saúde e o Dia do Jornalista

Não podia haver datas mais contraditórias.

Jornalista quase não tem saúde. Quando adoece tem que trabalhar doente, afinal, trabalha com o intelecto e não com o corpo, dizem os patrões. Às vezes tem que vir trabalhar até rouco, não é mesmo?

No Dia do Jornalista e da Saúde gostaria de homenagear um amigo, companheiro de madrugada na redação de A Crítica. Ele sofreu uma úlcera e, disciplinado, resolveu seguir à risca o receituário médico. Na hora certa, houvesse o que houvesse, ele corria para o carro, pegava o farnel, que trazia de casa, devidamente preparado com as saladas e os quitutes prescritos, e fazia a refeição.

Isso acontecia a cada três horas. Todos podiam acertar o relógio por ele.

Esse companheiro de redação também resolveu que não ia se estressar. Como em redação nada é de ninguém e todo mundo pode usar tudo, todos viviam às turras por causa de cadeira. Tinham que sair procurando pela redação até encontrar uma vazia. Nunca havia nenhuma, no lugar onde deveria. Por via das dúvidas e em nome daquela disciplina que todos nós conhecemos, o colega resolveu acorrentar a cadeira à mesa.

Isso mesmo. Pegou uma corrente, meteu um cadeado e pronto. Resolveu o problema. Terminava o dia e ele deixava a cadeira, devidamente acorrentada, numa saleta ao lado da redação.

Quando a direção do jornal resolveu fazer uma reforma geral na redação, trocando as mesas e criando bancadas redondas, dispondo os repórteres em círculos, nosso companheiro ficou indócil. Foi até os operários e descobriu que o trabalho deveria estar pronto só de madrugada. Não deu outra. Eram 2 horas da madrugada quando o diretor de redação recebeu um telefonema do vigia: “Tem aqui um rapaz, dizendo que trabalha na redação, querendo entrar a essa hora. Tá com uma conversa estranha. Deve estar bêbado. Ele diz que quer só acorrentar a cadeira dele na mesa”.

Não é piada. Isso é fato verídico.

O nome dele? Todo mundo sabe, no jornal A Crítica, e ele leva tudo na maior esportiva.

4 comentários para “Dia da Saúde e do Jornalista, nada mais contraditório

  1. PC disse:

    Caro Marcos, sei que Ronaldo está de férias, mas vcs são a única voz com quem ainda podemos contar.
    Se vc puder divulgar este post em outros neios de comunicação a que tenha acesso, toda os policiais civis ficarão muito gratos.

    Viemos mais uma vez denunciar o total descaso com que os membros da polícia civil estão sendo tratados.
    Desde que assumiram, pasmem, o atual delegado geral não os recebeu, não deu as boas vindas e os largou nas delegacias sem a menor estrutura e sem nenhuma condição de trabalho.
    O que vou revelar agora talvez não chegue à imprensa e seja abafado, mas ontem à noite um delegado da turma nova, Dr. João Batista, lotado na delegacia de Roubos e Furtos, foi baleado na perna dentro do ônibus, ao travar luta corporal com dois assaltentes. É isso mesmo!
    E não adianta criticar a atitude do delegado, pois o mesmo não teve outra alternativa, vez que estava DESARMADO, porque a Polícia Civil não tem armas para os policiais. Quando o assaltante anunciou o assalto pediu a carteira do delegado e, como este estava com a carteira funcional de delegado, pensou que se o bandido que estava armado a visse este o mataria na hora. Então a única alternativa foi tentar desarmar o bandido. Uma verdadeira luta pela sobrevivência!
    Conseguiu desarmá-lo, mas antes o bandido ainda fez um disparo contra a perna do delegado, que foi socorrido no 28 de Agosto.
    Essa é a forma com os policiais civis estão sendo tratados. Agora vem o governdor dizendo que está trabalhando pela segurança pública. Tá porcaria nenhuma!
    E a cúpula da polícia civil? Um bando de bandidos também.
    Os policiais estão tendo que enfrentar bandidos dentro e fora da PC.
    Esse fato tem que ser amplamente divulgado!
    Todos tem que saber que um delegado hoje está ganhando R$ 5.000,00 líquidos e ainda tem que arcar com a compra de arma, algema e muitas vezes até mesmo impressora, computador, ar-condicionado (é a mais pura verdade) e todo tipo de material de expediente se quizer trabalhar e sobreviver.
    A bandidagem deve tá muito tranquila sabendo que nenhum policial novato tem arma e nem algema para cumprir uma voz de prisão.
    Com o salário de miséria que ganha, o policial, depois de um exaustivo plantão, como foi o caso do delegado, vai pra casa de ônibus e desarmado e fica completamente exposo a todo tipo de violência.
    Quantos policiais terão que ser mortos e baleados por estarem desarmados e expostos ä criminalidade?
    Governador, Secretário de Segurança, Delegado Geral e Toda a cúpula da Civil: a mão de voces está suja com o sangue deste delegado e dos outros que, sem sombra de dúvida, ainda serão vitimados.

  2. Henrique Miranda disse:

    Bom dia, sei que o que vou comentar nada tem a ver com o que foi postado no blog, mas hoje tentei enviar uma mensagem à Prefeitura de Manaus no FALE CONOSCO e, depois de haver me esforçado tanto em explicar o que queria, deu a mensagem que não poderia ser enviada. De qualquer forma, se o que escrevi puder chegar até à Prefeitura por intermédio deste veículo, agradeço.

    Assunto

    “Olá, sou morador da cidade, preocupado com causas ambientais. Gostaria de saber se existe alguma possibilidade de eu, como um simples cidadão, apresentar uma idéia para se trabalhar a questão da coleta seletiva, utilizando a rede de catadores espalhadas pela capital? Se possível, creio que seria muito honroso ajudar, de alguma forma, na resolução de alguns problemas básicos de nossa Cidade.
    Atenciosamente,
    Henrique Miranda
    (92)8816-9338”

  3. maria do carmo disse:

    marcos sou moradora do bairro traopical um bairro de 7 ruas no D.pedro I,em frente a vila olimpica de Manaus, todos os dias e um caus para a saida do trabalho , pois na entrada do bairro existem dois conteineres, caminhao que a dificultam o transito, a sempre tem carretas transitando por aqui e quebram nosso fios e ficamos sem luz, destroem nossas ruas e um problema, agora mesmo exite uma carreta que quebrou os fios.
    peço que possa mandar uma reportagem aqui para verificar esse problema que ja estar demais.
    obrigada

  4. maria do carmo disse:

    sou moradora do bairro traopical um bairro de 7 ruas no D.pedro I,em frente a vila olimpica de Manaus, todos os dias e um caus para a saida do trabalho , pois na entrada do bairro existem dois conteineres, caminhao que a dificultam o transito, a sempre tem carretas transitando por aqui e quebram nosso fios e ficamos sem luz, destroem nossas ruas e um problema,peço que possa mandar uma reportagem aqui para verificar esse problema que ja estar demais.
    obrigada

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