Risco de surto de febre amarela em Manaus é descartado pela Semsa

O secretário Homero de Miranda Leão Neto reuniu com a equipe de técnicos da Vigilância Epidemiológica, Vigilância Ambiental e coordenação de Imunização. Foto: Divulgação

 

Manaus não corre risco de surto de febre amarela, como vem acontecendo no estado de Minas Gerais. A afirmação foi feita pelo secretário municipal de Saúde, Homero de Miranda Leão Neto, em reunião com a equipe de técnicos da Vigilância Epidemiológica, Vigilância Ambiental e coordenação de Imunização realizada na terça-feira (17/01). A garantia, segundo ele, está no trabalho de prevenção que é realizado pela Semsa, principalmente com relação à vacinação, oferecida nas 182 Unidades Básicas de Saúde localizadas em todas as zonas da cidade. Há 10 anos a capital amazonense não registra casos da doença.

“A vacina é a forma mais eficaz de prevenir a febre amarela e o alerta é válido para todos, especialmente para os que se deslocam para regiões de mata, lembrando que a vacina garante imunidade por 10 anos e não deve ser tomada em intervalos menores que esse período”, ressaltou Homero.

Além das doses existentes nas UBSs, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) tem um estoque extra de 30 mil doses. No período de 2013 a 2016 a Semsa aplicou 647.127 doses da vacina contra a febre amarela, entre doses únicas, doses iniciais e revacinação. A vacina está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde da Prefeitura e só pode ser aplicada a partir dos nove meses de idade.

O calendário de rotina prevê a aplicação de uma nova dose da vacina a cada 10 anos, a imunização também é recomendada para pessoas que irão viajar para outros países, de acordo com as orientações contidas no Regulamento Sanitário Internacional (RSI).

Até as primeiras décadas do século XX, a febre amarela era um grave problema de saúde pública, afetando as populações urbanas. Depois, a doença foi controlada nas cidades e desde então os riscos se concentram nas áreas urbanas e de floresta. A doença se classifica em “silvestre” e “urbana”. A febre amarela silvestre se mantém naturalmente em um ciclo de transmissão que envolve primatas não humanos (hospedeiros animais) e mosquitos silvestres dos gêneros Haemagogus e Sabethes. O mosquito se contamina ao picar um macaco infectado e, ao picar uma pessoa, transmite o vírus. A febre amarela urbana, que não é registrada no país desde 1942, é causada pelo mesmo vírus e se manifesta da mesma forma, mas o mosquito transmissor é o Aedes aegypti.

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