Corrida da Mulher Amazônica

Augusto Bernardo Cecílio

Augusto Bernardo Cecílio

Por Augusto Bernardo Cecílio*

 

As Maratonas de Boston, Nova Iorque, Chicago, Londres e Berlim formam o circuito World Marathon Majors (VMN), que dá US$ 1 milhão para o atleta – masculino e feminino – que faz mais pontos na disputa das cinco provas. Os valores das premiações atraem os melhores atletas do mundo. Mas, certamente, nem sempre foi assim. O glamour existe hoje, mas poucos recordam como essas grandes competições começaram.

Diria que começaram com um, dois ou poucos idealizadores, sonhadores, persistentes, que insistiram nos seus sonhos e que viram no esporte a alternativa para agregar, para confraternizar, para estimular a prática desportiva, para resgatar cidadãos. E estavam certos.

Em plena Floresta Amazônica também temos pessoas que sonham em transformar vidas, em direcionar pessoas para o esporte, para o canto, para o voluntariado. Todos os méritos para a atitude da auditora fiscal Jeroniza Albuquerque, ex-presidente da Affeam, em insistir com a ideia da Corrida da Mulher Amazônica, cuja quarta edição acontecerá no dia 5 de março, tendo a Sefaz – grande incentivadora – como ponto de largada.

Mérito maior é ter a ideia, colocá-la em prática e persistir para fazer o evento virar tradição. Hoje, a Corrida é pura realidade. Muitas autoridades, instituições e entidades abraçam e apoiam a causa. A mídia tem sido fundamental na solidificação desse acontecimento no calendário anual desportivo do Amazonas.

Muitos atletas locais e de outros estados esgotam com rapidez o número de vagas. Um sucesso que ultrapassa barreiras, obstáculos, fronteiras, e que só cede espaço para o otimismo, para a alegria de celebrar a vida, para sentir no ar fresco da manhã a importância de manter a saúde.

A 4ª Corrida da Mulher Amazônica objetiva homenagear e compor as comemorações do Dia Internacional da Mulher e estimular hábitos saudáveis, tendo como pano de fundo uma missão social e de cidadania que passa pela preservação ambiental, com o plantio mudas de árvores, e pela filantropia (através da arrecadação de leite para as instituições Lar das Marias, Abrigo Monte Salem, Instituto da Família, Casa do Idoso São Vicente de Paulo, Associação das Mulheres Soro Positivo, Abrigo Coração do Pai, Casa Abrigo Raio de Sol e Centro Integrado de Promoção e Defesa dos Direitos de Pessoas Idosas).

O evento foca também a inclusão social, abraçando a participação de cadeirantes, deficientes auditivos e visuais, e propagando a campanha de doação de sangue, através do Hemoam.

Como diz Jeroniza, o evento será uma grande celebração. “As mulheres, em especial, as amazônicas receberão nossas homenagens por causa da bravura e determinação que demonstram tanto nos beiradões quanto na cidade grande para manter suas famílias com dignidade. A criação, em 2016, da categoria voltada para os trabalhadores da imprensa teve como objetivo reconhecer o papel importante que esses profissionais exercem na sociedade ao informar os acontecimentos”.

Os profissionais da imprensa poderão participar dos 5 quilômetros  de percurso nas categorias masculino ou feminino, numa prova que contará com oito categorias: funcionários da Sefaz, individual feminino ou masculino, casal, cadeirante, deficiente visual e deficiente auditivo. Os prêmios serão em dinheiro, em mercadorias e serviços, disponibilizados pelos patrocinadores, e as inscrições estarão abertas até o dia 1º de março através do site www.ticketagora.com.br.

Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Manaus, pouco importa o local. É hora de valorizar e aplaudir iniciativas que nos orgulham, e que fazem a diferença.

 

*Coordenador da Campanha Nota Fiscal Amazonense.

 

* Auditor fiscal da Sefaz, coordena o Programa de Educação Fiscal no Amazonas.

Um comentário para “Corrida da Mulher Amazônica

  1. Jeroniza disse:

    Olá Marcos Santos, parabéns pelo sucesso garantido. Que te ilumine sempre.

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